segunda-feira, 19 de março de 2012

Fronteira Quase #8

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«Nenhum mundo é meu.
Todos estão em mim desde que existo.

E a minha voz nasceu para falar do último,
Porque ele nunca existirá,
E é incrível que não haja fim.»

de Ocaso IV, Jorge de Sena


[imagem: 2012, Março - Minolta Dimage Z3]


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10 comentários:

enletrasarte(Omar) disse...

un sin fin increíble
saludos

Eyeliquor disse...

Wonderful!

Dámaso disse...

Una imagen que me retrotrae a otro tiempo, otro ritmo, solo es mi imaginación o la influencia del poema.
Saludos

marlene edir severino disse...

Tão ínfima janela
e adentra-se
a outra janela
(de dentro)

Abraço, poeta!

Andrea de Godoy Neto disse...

que imagem bela! as janelas são sempre um mundo a ser revelado, para dentro ou para fora...


imenso abraço, Leonardo!

erin disse...

you do in photography what i yearn to do in my mind, reduce the images, the friction, the active debris and present a truth. it pleases and calms me to come.))

xo
erin

Mel disse...

Lembrei-me de Baudelaire que dizia que uma janela fechada instiga muito mais que uma aberta...

Foto de uma beleza incrível e Jorge de Sena é maravilhoso.

Beijo.

Remei disse...

Su fotografía me lleva años atrás, recuerdos de mi infancia...
Me encanta!

Hellag disse...

muito bela esta foto que nos leva a imaginar para lá da janela

Jorge Leandro disse...

E o próximo mundo começa por me perguntar o que há para além da janela fechada.
Bela foto e a citação, além de bela, em total congruência.