«Há que voltar atrás e viver a sombra
enquanto a palavra não existe
ou enquanto ela é um poço ou um coágulo do tempo
ou um cântaro voltado para a sua própria sede
Talvez então no opaco encontremos a vértebra inicial
para que possamos coincidir com um gesto do universo
e ser a culminação da densidade»
de Apreender com as palavras a substância mais nocturna, António Ramos Rosa
[imagem: Fevereiro 2013 – Dimage Z3]


