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«Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração.»
António Ramos Rosa
[imagem: 2008, Luzelos, Colmeal - trabalho retocado em Corel PhotoPaint]
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